4 de maio de 2015

Alto Tâmega junta a nata do pelotão nacional na sua 1ª Volta

A primeira edição da Volta ao Alto Tâmega, que vai realizar-se entre 22 e 24 de Maio, promete ser o emblema da forte ligação entre o ciclismo e os seis concelhos da região.

A prova, para equipas continentais e de clube, é uma forte aposta da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega para divulgar uma região com condições de excelência para a prática de diferentes disciplinas de ciclismo.

A Volta ao Alto Tâmega vai juntar a nata do pelotão nacional numa competição em quatro etapas, com um total de 335 quilómetros. A corrida começa às 17h30 do dia 22 de Maio com um prólogo de 5 quilómetros, em sistema de contra-relógio por equipas, a disputar em Chaves.

A etapa rainha será realizada no dia 23, ao longo de 197 quilómetros, com partida de Boticas, às 11h00, e chegada, cerca das 16h00, na serra do Larouco, Montalegre. No dia 24 a jornada competitiva é dupla. Às 9h00, o pelotão parte para uma viagem de 75 quilómetros, entre Valpaços e Ribeira de Pena, onde os corredores chegarão depois das 10h30. A partir das 16h00, corre-se o Circuito de Vila Pouca de Aguiar, na distância de 58 quilómetros.

Os corredores amadores e masters também marcarão presença, correndo o Troféu do Alto Tâmega Master, na manhã de dia 24, no mesmo Circuito de Vila Pouca de Aguiar, que, nessa tarde, decidirá o vencedor da corrida profissional.

A realização da Volta ao Alto Tâmega, que será organizada pela Fullsport, é o corolário da forte aposta no ciclismo dos seis concelhos do Alto Tâmega: Boticas, Chaves, Montalegre, Ribeira de Pena, Valpaços e Vila Pouca de Aguiar.

Calendário de corridas nacionais no Alto Tâmega

* 2 de Maio: Taça de Portugal de Enduro, Larouco/Montalegre
* 22 a 24 de Maio: Volta ao Alto Tâmega
* 31 de Maio: Taça de Portugal de Downhill, Ribeira de Pena
* 31 de Junho: Taça de Portugal de Cross Country Olímpico, Ribeira de Pena
* 19 de Julho: Campeonato Ibérico Master, Vila Pouca de Aguiar
* 13 de Setembro: Taça de Portugal de Maratonas BTT, Chaves

Além destas corridas, espera-se o regresso da Volta a Portugal à serra do Larouco e os concelhos do Alto Tâmega vão acolher, em 2015, um total de 13 corridas regionais de Vila Real.

Fontes: http://www.multidesportos.com/alto-tamega-junta-a-nata-do-pelotao-nacional-na-sua-1a-volta/

PJ deteve suspeitos de crimes violentos em Trás-os-Montes

A Polícia Judiciária (PJ), através da Unidade Local de Investigação Criminal de Vila Real, realizou uma operação policial que culminou com a detenção na passada sexta-feira, 24 de abril, de um grupo de indivíduos que, de forma organizada, se dedicava desde há alguns meses à prática de crimes de roubo e extorsão no interior transmontano, designadamente nos distritos de Vila Real e Bragança.

O grupo criminoso, constituído por quatro homens e uma mulher, atuava junto de populações mais isoladas, concretizando os roubos após proceder à sinalização e vigilância das vítimas.
No decurso dos roubos, os suspeitos ameaçavam e impunham às vítimas a entrega nos dias subsequentes de quantias monetárias de valor elevado, procedendo a retaliações, ateando incêndios a imóveis e veículos, quando aquelas não procediam como lhes era imposto.
Os suspeitos agora detidos, considerados muito violentos, são suspeitos de, pelo menos, quatro crimes de roubos e dois de extorsão.
Na operação policial a PJ contou com a colaboração da Polícia de Segurança Pública – Comando de Bragança.
Os detidos, com idades compreendidas entre os 22 e 43 anos de idade, sem ocupação laboral, vão ser presentes a interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.

Fonte: http://diarioatual.com/?p=214845&ec3_listing=disable

26 de abril de 2015

TVR INFORMAÇÃO |24/04/2015

GRUPO CRIMINOSO PRESENTE AO TRIBUNAL DE VALPAÇOS

REGIMENTO DE INFANTARIA 19 - EXPOSIÇÃO EVOCATIVA DA 1ª GRANDE GUERRA

Estará patente na Biblioteca Municipal de Valpaços uma exposição evocativa da I Guerra Mundial (1914-1918) que integra algum armamento, equipamento e fardamento utilizados no conflito armado. Uma aposta que resulta de uma ação que está a ser promovida pelo Regimento de Infantaria 19 (Chaves), em colaboração com a Câmara Municipal de Valpaços.

A exposição, que conta a história de um dos acontecimentos mais terríveis da humanidade onde Portugal participou a partir de 1916, estará patente durante três dias em Valpaços, entre 27 e 29 de Abril, podendo ser visitada no horário regular da biblioteca (Das 10h00 às 12h30 e Das 14h00 e as 18h30). A inauguração está marcada para segunda-feira, dia 27 de Abril, às 17h30.

Fontes: http://valpacos.pt/

Grupo ateava fogo a bens de quem recusava entregar-lhe dinheiro


Cinco pessoas detidas estão a ser ouvidas esta sexta-feira no Tribunal de Valpaços. Grupo operava no interior transmontano, nomeadamente nos distritos de Vila Real e Bragança.
Grupo escolheria locais isolados e pouco movimentados para atacar as vítimas.

A história passou-se no interior transmontano, mas os métodos lembram mais a máfia italiana. Um grupo criminoso, composto por quatro homens e uma mulher, considerados “muito violentos” pela Polícia Judiciária (PJ), são suspeitos de terem realizado pelo menos quatro roubos e de terem extorquido duas vítimas nos últimos meses, em locais isolados dos distritos de Vila Real e de Bragança. Quem recusou entregar-lhes dinheiro teve a casa ou o carro incendiados.

24 de abril de 2015

TVR DESPORTO | 20/04/2015 - 1ª PARTE

TVR DESPORTO | 20/04/2015 - 2ª PARTE

ACIDENTES COM TRATORES NÃO PARAM DE MATAR

Vespa do Castanheiro detetada pela primeira vez em Trás-os-Montes

A vespa do castanheiro foi detetada pela primeira vez na área de Trás-os-Montes, no concelho de Valpaços, suspeitando-se que a árvore infetada seja proveniente de um viveirista espanhol, disse fonte da direção regional de agricultura.

O responsável pela Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN), Manuel Cardoso, afirmou hoje à agência Lusa que o caso detetado na zona de Carrazedo de Montenegro, Valpaços, está confirmado, mas que foi ainda notificado um outro caso, no concelho de Bragança, que ainda não foi confirmado.
"Isso significa que a informação que tem sido passada pelos serviços oficiais tem funcionado porque, se não, estes casos não eram detetados", salientou.
Está-se agora a determinar a proveniência das árvores infetadas, mas suspeita-se que tenha sido adquirida num viveirista em Espanha.
Segundo Manuel Cardoso, em Portugal está a ser feito um controlo rigoroso sobre os viveiristas por parte dos serviços oficiais. Cabe depois aos produtores fazerem a deteção nos respetivos soutos.
A vespa do castanheiro, que já dizimou a produção em Itália, foi detetada em Portugal no final de maio de 2014, obrigando a pôr em marcha um plano de controlo biológico.
"O que nós recomendamos é que o proprietário proceda ao corte das galhas afetadas e as queime no sentido de fazer com que todas as larvas existentes sejam destruídas", referiu Manuel Cardoso.
Neste momento não há ainda produtos químicos que possam ser usados com eficácia no combate à praga.
"É preciso que os próprios produtores estejam muito atentos e que comprem plantas apenas nos viveiristas que estejam devidamente credenciados", salientou Manuel Cardoso.
José Gomes Laranjo, presidente da Associação Nacional da Castanha -- RefCast e investigador da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), lamentou que muitos produtores "tenham feito ouvidos moucos" aos avisos e referiu que muitos "adquiriram castanheiros híbridos importados" e que é, nessas árvores, que "está o problema".
"A perigosidade é enorme. Temos um mês para atuar e se fizermos uma ação drástica durante este mês conseguiremos ainda minimizar o impacto desta cultura", afirmou à Lusa.
Explicou que durante este período será possível ver "os castanheiros infestados, mas a praga ainda não saiu do castanheiro para ir contaminar as árvores adultas que estão a dar fruto".
Esta vespa aloja os seus ovos nos gomos dos castanheiros. Só quando estes formam novos ramos é que se percebem as deformações e inchaços nas folhas. Depois de infetados, os ramos não conseguem dar mais fruto.
"Se nós deixarmos isto acontecer em dois, três anos os 50 milhões de euros que valem a castanha em Trás-os-Montes podem ser reduzidos a 10 milhões de euros. O drama que isto não vai ser", frisou.
José Gomes Laranjo lembrou que a região transmontana representa 80% da produção de castanha em Portugal.
"Isto é um oceano de castanheiros, uma mancha contínua e extremamente difícil de controlar", salientou.
Os associados da RefCast reúnem segunda-feira, em Vila Real, para analisar a situação desta praga em Portugal.

Fontes: http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Vila%20Real&Concelho=Valpa%E7os&Option=Interior&content_id=4528143&page=-1